domingo, 6 de março de 2011
Olhar mentiroso (era uma vez uma princesa)
Conheci uma princesa
Tão linda quanto a uma rosa
Com pele tão macia quanto seda.
Ela vivia em um castelo de vidro
Tinha tudo que desejava
E sempre sorria.
Fechava os olhos para o que era feio
E os abria para o que era lindo.
Ela tinhas olhos mentirosos
Pois eles enganavam a qualquer um que o olhasse.
Mas uma noite fria
Com o céu nublado
Uma chuva forte caia.
Junto dela a fenda dos olhos da princesa
Ela passou a enxergar a realidade
E o castelo de vidro Não passou de uma miragem.
Ele desmoronou como um castelo de areia na chuva.
O mundinho de contos de fada se foi
Toda a cor do arco-íris desbotou
Restam apenas duas cores.
E estas seriam as únicas que ela
Enxergaria dali em diante
O que era belo ficou feio
E a o feio tornou-se monstruoso.
O dia se tornou noite
E a noite durou a eternidade.
O sorriso deu lugar a tristeza.
E as pessoas ao seu redor, a deixou só.
O olhar mentiroso continuou.
Pois ninguém percebia
Que a princesa mudou.
obs: perdão, pois neste poema não fiz rimas ou algumas vezes pode esta fora do contexto, mas foi desta forma que desejei ele. Obrigada
Apenas me enterre
Acho que esqueci de morrer
ou melhor, esqueci de me enterrar
Estou sem coração
Com meus pés sangrando pelo chão
Andando por esta estrada sem fim
Pensando no que fizeram de mim
Rezando para que isso tenha fim.
A lua esta totalmente negra
O que ilumina são os vaga lumes a me seguir
A única alusão de que estou aqui.
Não sinto dor,
Mas algo corroe dentro de mim.
Vejo vermes
Não sinto nojo.
Deito na estrada
Não estou cansada
O sangue escorre pelos meus pés.
Ouço uma musica
Não! São apenas corvos
Pairando sobre mim.
O pior de todo o Fim
E ter que Recomeçar tudo novamente
Mas este fim.
Não terá um recomeço.
Pois estou morta
Sem coração
Sem sentimento
Sem Dor.
Apenas me enterre
Enterre todo o Amor.
Acabe com toda a Dor.
De volta a ativa
Bom faz um bom tempo que não posto nada, acho ate que esqueci como se escreve..
A alguns dias a traz fiz uma nova poesia, ou sei lá o que. Não acho que tenha ficado boa, mas vamos ver não é?!
Bem vou voltar a escrever, esta e minha meta para este ano, porque estou sem fazer nada, então estou lendo muito e tentando achar inspiração para novas poesias, voltei também a escrever um conto que havia começado ano passado e parei por que estava totalmente sem cabeça, mas este ano sai do 5 capitulo, rs,
Bem pra começar vai aqui uma frase de um grande pensador
Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim, evitarás muitos aborrecimentos.
Confúcio
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Sensação
E tão estranha essa sensação
Ficar esperando pelo outro
Um gesto
Um olhar
Uma única palavra que possa mudar tudo que você deseja
Sua vida e a única coisa que esta em jogo
Mas você não e o dono do destino dela
Todo mundo acaba sendo dono de você
Menos você mesmo
Você acaba acreditando em paradigmas que não passam de meras ilusões
E ilusões são coisas que se acabam com o tempo
E logo você pensa “onde esta meu sonho?”
Se é que um dia você sonhou algo
Uma sensação que depois de um tempo ferve no seu interior
E começa a entrar em ebulição
Queimando-lhe por dentro
E lhe fazendo feridas que deixaram marcas para todo o sempre
E o gesto
O olhar
Ele nuca chega
E você acaba por acreditar que jamais vai chegar
Jamais essa sensação ira passar
E se entrega novamente
E se joga nas profundezas
De águas densas e negras
E afunda com tudo que desejou
E Jamais teve força para conseguir
Pois preferiu ser tomado por essa sensação.
domingo, 19 de setembro de 2010
Um amigo meu me pedio uma poesia, e fiz essa espero que goste... já que fiz quando estava preste a dormir
Meu pesadelo aconteceu,
Onde foi que você se meteu!
Como veio para aqui.
Como entrou dentro de mim?
Como foi que começou?
Eu não vi que era amor
Só percebi quando você chegou.
O que aconteceu comigo?
Éramos para ser apenas amigos,
E agora nem sei mas como lhe falar.
Tenho que me deitar
Tenho que pensar,
Em como não pensar em ti.
Isso não podia acontecer.
Preciso apenas me acalmar,
E tudo irar se ajeitar.
Estou apenas a surta.
Mas sei que é com você que quero fica
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Seu túmulo

Procurando algo para sobreviver.
Busco teu sorriso por toda parte
Ando sobre brasas para sentir.
O frisson que você me causava.
Tendo dormi
Mas a angustia de não lhe ter me persegue
Grito, choro, é tudo me entristece.
Parei de tentar fugir.
De agir tão serenamente
Quero mentir!
Para mim mesmo se possível.
Esse relógio maldito
Fica a marca cada segundo
Do meu sofrimento .
A noite custa a passar.
O dia parece não querer iluminar.
Cada canto do meu quarto vejo seu rosto
E seu riso fica a ecoar.
A coberta tem seu cheiro,
Seu aroma ficou no ar
Eu preciso me desligar.
Pois você aqui não estar
E em um tumulo gelado,
Hoje e seu lar
E sei que e para onde você quer me levar.
Busco teu sorriso por toda parte
Ando sobre brasas para sentir.
O frisson que você me causava.
Tendo dormi
Mas a angustia de não lhe ter me persegue
Grito, choro, é tudo me entristece.
Parei de tentar fugir.
De agir tão serenamente
Quero mentir!
Para mim mesmo se possível.
Esse relógio maldito
Fica a marca cada segundo
Do meu sofrimento .
A noite custa a passar.
O dia parece não querer iluminar.
Cada canto do meu quarto vejo seu rosto
E seu riso fica a ecoar.
A coberta tem seu cheiro,
Seu aroma ficou no ar
Eu preciso me desligar.
Pois você aqui não estar
E em um tumulo gelado,
Hoje e seu lar
E sei que e para onde você quer me levar.
O Salgueiro

Passando por uma estrada
Via um lindo salgueiro
Não tive muito no que pensar.
Fui ate onde se encontrava
Baixei-me lentamente ate suas raízes.
Como num passe de mágica
Algo se abril.
Entre as raízes do salgueiro
Havia uma fresta
Um pequenino espaço
Pensei o que seria tão,
Pequeno para cabe ali
Lembrei-me então
Da minha angustia
Do desespero dos meus pensamentos
Ate aquele momento
Não sabia o que procurava
Não sabia para o que procurava
Foi então que me lembrei
Da única coisa que desejei
Em toda minha vida:
Livrar-me da dor.
Mas como?
Pensei comigo mesma.
Meu coração
Era dele que teria que livrar-me
Olhei novamente para o salgueiro
Era isso que ele queria
Não sei com!
Mas ele me pareceu sorrir
Como tiraria meu coração
E continuaria a viver?
Não pensei muito
So queria me livrar da dor
Arranquei-o ! Uma dor maior me invadiu
Mas não sei com
Ainda estava viva
Meu coração em minhas mãos
E minha vida intacta.
Como num passe de mágica
Algo se abril.
Entre as raízes do salgueiro
Havia uma fresta
Um pequenino espaço
Pensei o que seria tão,
Pequeno para cabe ali
Lembrei-me então
Da minha angustia
Do desespero dos meus pensamentos
Ate aquele momento
Não sabia o que procurava
Não sabia para o que procurava
Foi então que me lembrei
Da única coisa que desejei
Em toda minha vida:
Livrar-me da dor.
Mas como?
Pensei comigo mesma.
Meu coração
Era dele que teria que livrar-me
Olhei novamente para o salgueiro
Era isso que ele queria
Não sei com!
Mas ele me pareceu sorrir
Como tiraria meu coração
E continuaria a viver?
Não pensei muito
So queria me livrar da dor
Arranquei-o ! Uma dor maior me invadiu
Mas não sei com
Ainda estava viva
Meu coração em minhas mãos
E minha vida intacta.
Muitos porquês surgiram
Na minha cabeça.
Coloquei-o naquele
Pequenino lugar.
Coube perfeitamente
A dor se foi
Não senti mais nada
Nem felicidade nem tristeza.
Eu so vivi
Sem acertos e erros
Sem arrependimentos e amarguras.
Estava viva por fora
Mas morta por dentro
Nada mais me fazia,
Lembra o que era viver.
Nenhum dos órgãos
Parecia responder a nada
Não tinha mais o batimento
Que doía tanto
Estava morta em vida!
Quantos corações mantêm
Aquele salgueiro vivo?
Será que ele tinha
Todos os nossos sentimentos?
Nossa dor e desejos?
Será que era isso que o mantinha?
Como ele conseguia?
Eu um ser racional não consegui!
Não quis meu coração de volta
Eu era fraca
Prefiro ser algo abominável
Do que ter novamente a dor.
Na minha cabeça.
Coloquei-o naquele
Pequenino lugar.
Coube perfeitamente
A dor se foi
Não senti mais nada
Nem felicidade nem tristeza.
Eu so vivi
Sem acertos e erros
Sem arrependimentos e amarguras.
Estava viva por fora
Mas morta por dentro
Nada mais me fazia,
Lembra o que era viver.
Nenhum dos órgãos
Parecia responder a nada
Não tinha mais o batimento
Que doía tanto
Estava morta em vida!
Quantos corações mantêm
Aquele salgueiro vivo?
Será que ele tinha
Todos os nossos sentimentos?
Nossa dor e desejos?
Será que era isso que o mantinha?
Como ele conseguia?
Eu um ser racional não consegui!
Não quis meu coração de volta
Eu era fraca
Prefiro ser algo abominável
Do que ter novamente a dor.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Suicida

O sol brilha pela manhã
A chuva cai ao fim da tarde
E a noite e fria.
Sentindo o cheiro de sangue na coberta,
Novamente machuquei-me sem perceber
Não sinto dor.
estou triste, e as lagrimas estão a surgi
Não entendo este sentimento.
O que esta me acontecendo?
Quando olho um arco-íres
Lembro de uma criança
Alguém que vagamente conheci
Mas que faz parte de mim.
O sange continua a escorrer de minha veia,
Mas ainda não sinto dor.
Será que foi a morfina que tomei?
Sinto minha respiração oscila,
Por que minha mãe esta a gritar?
Estou com tanto sono que nem consigo responder
Mas acho mesmo que estou a morrer.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Poema Seco.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
MEDO.
Tenho medo da noite
Da dor, do acoite.
tenho medo do dia
Da tristeza e agonia.
tenho medo de mentir
É depois ter que fugir.
Tenho medo de sorri
De lembrar, de de fingir.
Tenho medo de falar
De ouvir, de chorar.
Tenho medo de olhar
De te ver e te amar.
Da dor, do acoite.
tenho medo do dia
Da tristeza e agonia.
tenho medo de mentir
É depois ter que fugir.
Tenho medo de sorri
De lembrar, de de fingir.
Tenho medo de falar
De ouvir, de chorar.
Tenho medo de olhar
De te ver e te amar.
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